Ilha dos Copistas

Os copistas eram monges do coro que sobretudo rezavam, mas que cumpriam alguns trabalhos na clausura do Mosteiro “ora et labora” – oração diária e trabalho, um dos mais difíceis e penosos era feito por três ou quatro monges brancos no scriptorium, o único local aquecido do mosteiro medieval.

Copiavam livros sagrados ou escreviam, em colectivo para quem lhes ditava, sobre pele tratada de carneiros dos coutos, sob a luz ténue de lamparinas de azeite até ao advento da tipografia. A sua “ilha” era o scriptorium que funcionava no espaço da actual cozinha e deu origem à biblioteca dos mosteiros.

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